A produção de arte de ‘Deus Salve o Rei’

Crisélia (Rosamaria Murtinho) – Crédito: Globo/Ramón Vasconcelos

Castelos, carruagens, espadas, escudos, pergaminhos…O mundo medieval é rico em elementos marcantes e, por isso mesmo, o trabalho de pesquisa da produção de arte de ‘Deus Salve o Rei’ levou cerca de seis meses.

Neste período, Nininha de Médicis, produtora de arte da novela, confeccionou boa parte das peças: desde as carruagens até as cerâmicas e copos, objetos de luta (espadas, escudos, lanças, machados, arcos e flechas), e livros que compõem a decoração dos ambientes do cenário. 

Amália (Marina Ruy Barbosa) na barraca de caldos

Bandeiras, mapas, miniaturas, quadros e pinturas também foram produzidos especialmente para a novela. “Fizemos as bandeiras dos dois reinos porque era uma forma de identificação na época. Os quadros que decoram os ambientes são inspirados em obras já existentes e produzidas manualmente”, detalha Nininha, reforçando que ‘Deus Salve o Rei’ é uma obra que faz uso da licença poética, criando também seus próprios códigos e hábitos. “Criamos nossos próprios protocolos, já que não vamos seguir uma regra de comportamento, como formas específicas de se portar à mesa ou de cumprimentar”, exemplifica.

Apesar de não haver uma preocupação em precisar o período e o local exato onde a novela se passa, grandes banquetes são uma característica marcante do período medieval e estarão em cena. São centenas de copos, canecas e pratos dos mais diversos materiais – barro, madeira, estanho, pedra sabão e osso. Panelões de ferro, cestarias, animais de caça como javali, coelho e codornas vão compor a cenografia das cozinhas.

Com estreia para o dia 9 de janeiro, ‘Deus Salve o Rei’ trata das escolhas e suas consequências, e questiona o poder do destino na vida das pessoas. Tem autoria de Daniel Adjafre, que faz sua estreia em novelas, e direção artística de Fabricio Mamberti.

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